29 de setembro de 2014

MINI IMAGINE - Fireproof

MINI IMAGINE COM HARRY STYLES - PARTE 2 



3 SEMANAS DEPOIS 

Fui cada vez conhecendo mais {seu nome} ela é tão divertida, gostamos das mesmas bandas, e ela sempre tem uma opinião que faz sentido, como se fosse o que eu de fato faria.
E a Charlotte? simplesmente está odiando isso. Ela mal vê a hora que a seu nome vá embora para o apartamento que ela apenas está esperando ficar pronto. Mas eu não quero que isso aconteça, desde que ela chegou aqui animou muito tudo, de manhã, costumava apenas tomar o café e ir embora, agora, acordo, vou tomar o café, e logo ela chega cantando, e gritando bom dia com um ótimo humor, a noite sempre está animada, na realidade ainda não à vi com um grande mal humor. 
Bem... agora estou no meu trabalho, estava no momento sem nada sério para fazer então apenas estava sentado suspirando alto esperando algo interessante acontecer e pra minha surpresa aconteceu. Logo seu nome apareceu com sua camiseta de banda, calça jeans e um all star clássico.

- Levanta, vamos sair - ela disse
- como assim? - eu disse confuso
- tira essa gravata arrumadinha e vamos sair, não admito meu amigo num tédio desses
- quem disse que eu estou no tédio? - cruzei meus braços
- duvido muito que você não está afim de sair comigo
- e pra onde vamos?
- ai é surpresa - ela sorriu
- certo, você venceu - me dei por vencido

Afrouxei a gravata, e a segui para fora da empresa.
Fomos até meu carro, procurei as chaves no meu bolso.

- acho que deixei minhas chaves na sala
- não - mostrou as chaves - estavam no seu bolso
- como conseguiu...
- anos de prática, Styles - riu - vamos

Ela abriu o carro,e  quando entramos, deu partida.

- pra onde vamos? - perguntei
- bem... você ficou 3 semanas sendo legal comigo, porém, reclamando que odeia ser seguido por um bando de desocupados, então, como sou uma pessoa que troca favores, vou fazer isso por você
- ainda não entendi aonde quer chegar
- bem, Harold, vamos à praia
- praia? - perguntei confuso
- sim, é calmo, e quem vai à praia em uma quarta feira normal?
- pessoas com problemas mentais tipo você? - brinquei
- exatamente - riu
- uma hora e pouco de viajem - reclamei
- okay, se quiser te largo no meio da rua sozinho, mas eu levo seu carro
- seria roubo
- não, seria pegar emprestado - piscou
- tudo bem, vamos à praia - dei de ombros
- esse é o clima

O caminho inteiro fomos conversando, e por mais do cabelo loiro e olhos azuis, Seu nome é extremamente inteligente, e pra minha sorte, dirige muito bem.
Depois de uma hora e meia de viajem, finalmente chegamos à praia.
Ela estacionou e saiu do carro. Tirei meus sapatos e meia, logo me livrei da gravata, e abri alguns botões da minha camisa. Olhei para o Sol que brilhava, e o mar estava calma, porém a praia complemente vazia.
Me aproximei de seu nome, que tirou os tênis e meia, e me puxou para irmos até a beira da praia.
Sentou-se na areia e eu fiquei ao seu lado.

- eu adoro praias - ela comentou - é bem calmo
- nunca imaginei que você gostaria de coisas calmas - a encarei
- não gosto muito, mas a praia é uma exceção, principalmente essa
- pode me contar o que ela tem de especial?
- quer mesmo saber? - me encarou - minhas histórias de infância, não parece ser o cara que se importa com isso
- mas eu quero escutar a sua história, me interessa - sorri

Pela primeira vez nessas semanas, tirei um sorriso envergonhado dela, que não durou muito, logo ela voltou seu olhar para o mar.

- bem... quando eu e Charlotte tínhamos 8 anos, nossos pais ainda viviam juntos, era divertido vir aqui, brincar na praia junto com todos eles, mesmo eu e minha irmã sendo diferentes desde sempre, naquela época, ela era melhor, era mais sincera... bem... vínhamos as vezes em meio de semana, quando estava tudo vazio como agora, na época eu chamava ela de Char, ela ficava sentada em uma cadeira de praia junto com minha mãe, eu e meu pai, jogavamos beisebol  - sorriu - então, eu fazia elas brincarem também, era bem divertido
- sente falta da família unida
- sinto - assentiu - isso é tudo que o dinheiro do meu pai não pode comprar, uma familia feliz nova
- sua mãe? nunca falou dela
- se separou do meu pai, quando a empresa cresceu demais, meu pai esqueceu do resto do mundo, então... esqueceu dela também, e ela foi embora
- meus pais se separaram, mas por sorte, minha mãe sempre esteve comigo e continua a mesma
- isso é bom - sorriu
- um dia te levo para conhecê-la
- ela já conhece a Charlotte?
- não, e não quer conhecer
- então, não sei se é boa ideia que eu a conheça - riu
- ela vai gostar de você tenho certeza

Seu nome sorriu novamente e deitou-se na areia. Olhou pra mim e parecia não se importar nem um pouco com sua roupa e cabelo que ficariam cheios de areia.

- pode deitar também, trouxe outra roupa no carro
- até que você pensa em tudo
- mas é claro - piscou

Me deitei ao seu lado, depois de olhar um pouco para o céu, nos encaramos.
Então me veio a mente "por que estou casando com a irmã errada?", não deveria pensar nisso mas é a verdade, sinto como se quem de fato é certa pra mim, é Seu Nome, parece que é feita pra mim.

- no que está pensando?
- oi?
- riu - no que está pensando? parece ser algo interessante
- você não gostaria de saber
- vamos, Styles, o que acontece aqui, fica aqui
- sério?
- bem sério
- eu... olha, talvez devessemos colocar outra roupa e ir embora
- o que foi? pensava que você iria gostar daqui
- eu estou amando aqui, esse é o problema
- Harry, se você ficar com essas confusões, não posso te ajudar
- suspirei - vou te falar, mas não esqueça que o que acontece aqui, fica aqui, certo?
- certo, eu prometo - sorriu
- estou amando ficar aqui, porque você está aqui - olhei em seus olhos - fico pensando que estou com a garota errada, já que... você parece perfeita pra mim, a verdade? é que se me dissessem para casar com você, e não com a Charlotte, eu faria isso sem pensar duas vezes
- ah... Harry... eu... eu não sei o que dizer
- posso te beijar?
- não, Harry... ela vai me matar, você só deve estar enlouquecendo, Charlotte é uma pessoa boa, por mais de tudo, é ótima
- você não entendeu ainda? não importa o que ela seja, eu nunca respeitei uma garota tanto quanto respeito você, e nunca conheci uma garota que gostasse tanto de me fazer bem, igual você
- me conhece apenas a umas... 3 semanas
- o que importa? - questionei - não sei se em anos, alguém vai conseguir fazer o que você faz
- o que eu faço? não é nada de importante
- pra mim é importante

Me aproximei de seu rosto, ela me olhava de forma intensa, não pensei duas vezes e selei nossos lábios, o beijo era calmo, parecia que tudo havia parado...

- Harry, vamos embora - ela se levantou
- ei - segurei em seu braço
- o que foi?
- está tudo bem, o que acontece aqui, fica aqui

A beijei de forma intensa, não demorou nada para que ela correspondesse ao beijo, fui a empurrando até o carro, ela entrelaçou suas pernas em minha cintura, até que chegamos no capô do carro, a coloquei sob o mesmo, e fiquei entre suas pernas ainda a beijando.

- Harry por favor - disse rompendo o beijo
- o que foi?
- sabe o quão errado é isso?
- é tudo mentira, já vivo em algo errado, é só uma faxada
- ela gosta de você
- ela gosta do meu dinheiro e do que eu represento
- suspirou - não podemos
- você gosta de mim?
- por quê?
- me responda, gosta de mim? e se sim por quê?
- gosto... porque você é divertido - me olhou nos olhos - e tem um bom espaguete - brincou
- sorri - viu... por isso que eu gosto de você... nunca vai ligar pra coisas como meu terno caro.. 
- tudo bem, mas não esqueça que isso fica aqui, e nunca vai sair daqui
- eu não quero que seja assim
- mas vai ter que ser assim

Eu assenti, e voltei a beijá-la, minhas mãos foram por baixo da sua blusa, fazendo-a soltar um suspiro.
Seu nome puxou a camisa abrindo todos os botões, beijou meu pescoço, a coloquei no colo e fomos para o banco de trás do carro, olhei em volta e a praia continuava totalmente deserta. 
Minhas mãos foram até os botões da sua calça, os abrindo logo, eu parecia desesperada, na realidade de fato estava. Me livrei da sua calça, e ela fez o mesmo com a minha. Seu nome puxou a própria blusa a tirando, ela tinha um corpo com lindas curvas, sua lingerie era uma grande tentação.
Beijei seu pescoço, até chegar em seus lábios, ela enroscou suas mãos entre meus cabelos, e intensificou o beijo, beijei seus seios desci até sua barriga, tirei sua calcinha, e não aguentaria preliminares, me livrei da minha cueca box, e a penetrei, suas unhas cravaram nas minhas costas, e ela gritou meu nome, fazia tempos que não sentia uma sensação tão prazerosa como essa. 
Quando chegamos a ápice, ficamos deitados no banco, até ela colocar a própria roupa, e eu fiz o mesmo. 

- você é tão irresponsável - me encarou - sorte sua que tomo pilula 

Eu nunca tinha esquecido da camisinha, nunca, parecia que agora eu tinha ficado desesperado ou algo assim. 
continuamos sentados no banco, e ficamos em silêncio... Por que eu não me arrependia nem um pouco? Chegava até ficar bravo comigo mesmo.
Seus olhos azuis foram de encontro ao meus, ela me olhou por um tempo.

- acho que agora podemos ir? - ela perguntou 

Seu Nome agia normalmente, era estranho... 

- por que age como se nada tivesse acontecido?
-  isso é melhor pra todos - respondeu em tom óbvio
- até agora isso parece bom apenas pra sua irmã
- por que entrou numa mentira dessa? - perguntou
- meu pai achou que seria melhor
- seu pai vive por você?
- não mas...
- então deveria ter dito simplesmente, não
- se eu dissesse não, não te conheceria
- não me venha com essa - abriu a porta do carro

Ela saiu do carro, eu a segui e segurei em seu braço.

- por que você tem que ser tão complicada?
- se fosse fácil não teria graça - piscou

Até que ela tinha razão, se fosse fácil não seria divertido.
Selei nossos lábios e ela correspondeu ao beijo, e eu sorri.

- espero que essa praia esteja vazia de verdade - ela comentou
- não quero me importar com nada agora


- quer se importar com o quê? 
- em aproveitar o momento... 

continua....

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OOOI! 
E aí? curtindo o imagine? estou me esforçando pra escrever pra vcs amores, mas não vai dar sempre como eu venho falando, estou meio que tentando escrever no final de semana pra ir postando na semana, porém, esse final de semana ainda estava na ressaca pós- #FUCKINBANGERZ aí, nem escrevi muito, FAZ PARTE NÈ? KKKK ENTÃO TENHAM UMA BOA NOITE/DIA/MADRUGADA! mas bem, é isso amores, beijos - mi 

28 de setembro de 2014

MINI IMAGINE - Fireproof

MINI IMAGINE COM HARRY STYLES - PARTE 1 


HARRY P.O.V.


Noivo... é eu estou noivo, nem eu acredito, feliz? eu não sei. Confuso? com certeza. 
Bem, posso explicar. 
Meu pai é um homem bem rico, mas que está ficando simplesmente velho, minha irmã mais velha já tem um trabalho próprio, que não envolve nada parecido com o que meu pai tem em sua empresa. Então sobra eu, Harry Styles. Não quis fazer faculdade, ou melhor, não pude fazer faculdade, porque simplesmente não sei o que fazer, não sei o quero ser, e foi como um facada no meu pai dize-lo que não iria fazer faculdade, mas pra ele também pareceu uma oportunidade para ser alguém para ficar no seu lugar futuramente. 
E aqui estou eu, chefe da "Styles Industries", mas vamos voltar ao assunto principal, o noivado. 
Para o meu pai, um homem como eu, dono de uma grande empresa, não pode viver sozinho, tem que ter uma mulher... a sua altura. Então, ele simplesmente me arrumou algumas garotas, e tive que ficar com uma, ridículo não? 
Essa mulher se trata da Charlotte Lavigne, uma garota linda de 18 anos, que posso resumir em uma garota que só se importa com ela mesma, rica, e que gasta seu tempo comprando roupas e sapatos. 
Ela é legal, um pouco pelo menos, mas não passa nem perto de uma garota que eu imagino casar, ou até namorar sério... mas está ai, estou noivo. Ela sabe, eu sei, meu pai sabe, que não passa de uma pequena fachada pra mídia para que o nome "Harry Styles" tenha sempre haver com "um homem integro de família, respeitoso, casado, seguidor da boa etiqueta" ou seja, o que eu não sou.
Já não basta ter que me casar com ela, Charlotte vai morar junto comigo no meu apartamento,e ela ainda teve coragem de me pedir um favor, que foi deixar que sua irmã (ainda por cima gêmea) viesse junto com ela, pois sua irmã acabou de chegar em Londres e não tem uma casa fixa. Já imagino como deve ser essa irmã, uma patricinha feito Charlotte, não basta uma, agora são duas. Se não me engano... o nome dela é {seu nome}. 
Passou uma semana, que Charlotte está morando comigo, e até... suportável talvez, mas não muito legal e divertido (pelo menos tenho uma companhia para fazer algo... inapropriado)
Depois de um dia de trabalho, já de noite, voltei para meu apartamento, ao chegar, Charlotte apareceu, ao me ver sorriu e me deu um selinho.

- oi amor - ela sorriu 
- Oi Charlotte 
- acho que daqui a pouco minha irmã chega 
- suspirei - okay 
- não sei se você vai gostar dela 
- por que não? - tirei meu blazer 
- ah, você ai ver quando ela chegar, só deixo ela ficar aqui porque meu pai me implorou e me ameaçou deixar sem cartão de crédito, se não, nem a veria - revirou os olhos 

Eu revirei os olhos, ótimo motivo para mandá-la fazer alguma coisa. 
Depois de alguns minutos a campainha tocou. 

- deve ser {seu nome}, não ligue pra ela okay? 
- eu ainda não entendi o que você quer dizer com isso 
- ela é meio.. louca e etc.. não ligue 

Ela foi até a porta e abriu, logo entrou no meu apartamento a irmã gemea que não tinha nada haver com Charlotte, usava uma camiseta de uma banda de rock, calça jeans apertada, um tênis e vinha acompanhada de sua mochila nada exagerada. Usava apenas um pequeno contorno preto nos olhos, nada demais. Ela é... linda? 

- Oi Charlotte - ela foi até ela a abraçando forte 
- Oi {seu nome} - ela sorriu 
- meu deus, nunca pensei que te viria casada tão cedo, uau, que merda - ela riu - que apartamento - soltou a mochila no chão olhando em volta - e você é... - disse apontando pra mim 
- ah, sou Harry - estendi a mão - noivo da Charlotte 
- mas é claro, Harry 

Em vez de simplesmente apertar minha mão, ela fez um "toque", o que me fez rir e Charlotte revirar os olhos.
Charlotte olhou para o próprio relógio. 

- ah meu deus, preciso ir pro spa vou perder a hora - pegou a própria bolsa - {seu nome} pede pra ele te apresentar seu quarto, tchau amor - me deu um selinho 
- tchau... - eu disse 

Ela saiu rápido de casa, deixando eu e {seu nome} sozinhos. Então fiquei em silêncio porque não tinha o que dizer, mas ela... não deixou o silêncio se tornar insuportável. 

- então, vai apresentar meu quarto ou não? 
- claro, desculpe, me siga - eu disse indo em direção as escadas
- riu - tudo bem, - pegou sua mochila 
- se quiser posso mandar trazer sua mochila depois 
- qual é? Não preciso de um bando de empregados pra pegar minha mochila, já trouxe até aqui - me seguiu 

Fomos até o quarto de hóspedes, abri a porta e mostrei pra ela. 

- aqui é o quarto, pode ficar a vontade 
- pode ter certeza que eu vou - se jogou na cama 
- ri baixo - você é tão diferente da sua irmã - comentei 
- disso eu sei, obrigada pelo elogio - se sentou - senta aqui, vamos conversar não quero ficar no tédio
- okay - dei de ombros e me sentei frente a ela 
- então... Harry, não é? tem quantos anos? 
- tenho 19 e você 
- 18, deveria saber a idade da sua noiva 
- ah... - ri baixo - vocês são diferentes que eu até esqueci que são gemeas 
- somos diferentes só no estilo 
- vá por mim isso faz diferença 
- você parece não gostar muito desse estilo patricinha dela 
- é - dei de ombros - não vou esconder pra você que esse casamento é uma faxada 
- HA! Eu sabia! Nossa, meu pai todo orgulhoso falando sobre esse casamento pra mim, eu sabia que tinha que ter algo aí 
- por favor, não conte isso pra todo mundo - eu pedi 
- fica de boa, não conto isso pra deus e o mundo 
- obrigado 
- você é assim mesmo, o cavalheiro que aparece nos jornais? 
- não - ri - não tem nada haver comigo 
- sei como é, minha irmã odeia quando me veem andando por ai e pensam que ela, então colocam "Charlotte anda despenteada na rua" 
- vocês sempre foram diferentes assim? - perguntei por curiosidade 
- sempre, sempre, sempre - ela disse - quando crianças? eu jogava futebol, ela com bonecas, crescemos mais um pouco, ela fazia aula de balé e etiqueta, eu? guitarra e street dance.. fora nosso guarda roupa, minha mãe brigada todos os dias comigo - riu 

- você parece adorar isso 
- e eu adoro - sorriu - mas talvez me tornei diferente pela minha déficit de atenção, isso me desandou bastante, o que me faz adorar isso ainda mais 
- sorri - eu vou dormir, preciso descansar
- tudo bem - ela sorriu - boa noite, garoto noivo 


- ri - boa noite, esquisita 

continua... 

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OOI! 
não me matem pelos atrasos pq acabei de sair de uma semana de provas demoniacas. 
GENTE VCS ACREDITAM QUE EU FUI NA BANGERZ TOUR? SIIIIIM EU FUI! PUTA MERDA PUTA MERDA E PUTA MERDA DE NOVO, AINDA NÃO ACREDITO EU AMO AQUELE MULHER! 
voltando pra fic, blog, e 1d, espero que curtam esse mini imagine, os q eu deixei pra trás um dia eu continuo não sei quando, enquanto a THG vou postar tbm estou terminando de escrever. hehe 
É ISSO GENTE BEIJO BEIJO  - mi 

26 de setembro de 2014

Y&I - capítulo 7.

  mais uma linda canção para vocês: Magic - Rude                                   
                                  Get out. 


                                             SeuNome on.

  Ei abre os olhos, acorda. Vamos la você é forte. - ouço uma voz feminina desconhecida ficar cada vez mais nítida. Pisco algumas vezes tendo visão cada vez melhor do teto excessivamente branco.

  Olha ela acordou. - ouço a voz do meu pai bem perto.
  Graças a Deus! - Em algum canto do cômodo a minha mãe suspirar aliviada.
Eu: Ai. - Deixo um gemido escapar da minha boca enquanto esforço-me para sentar, mas a mulher com jaleco branco, obviamente medica, a minha frente põe as mãos em meus ombros fazendo forças para que eu deite novamente.
Medica: Ei vai com calma mocinha. Como você se sente?
Eu: Tonta. - Aproveito para ler o nome gravado em seu jaleco, Dr.Anna.
Dr. Anna: Do que você lembra?
Eu: Bom - Esforço-me para lembrar e uma cena me assusta. O Niall com os lábios no meu. Ah meu Deus esses sonhos estão me assustando cada vez mais. - Eu lembro de ... estar no meu quarto dormindo ... - obrigo-me a ir mais além! - E meio sonolenta, tonta e cambaleando levantar da cama e ir atrás dos meus pais - Não me faz sentindo, mas continuo. - e então no alto da escada tudo escureceu.
Dr.Anna: Isso porque você levantou muito rápido, ainda mais depois de ter uma noite ruim como seus pais me informaram.
Eu: É mas... - Falta algo.
Dr. Anna: sem mas, você precisa se cuidar s/n. Só assim você vai viver mais - fecho os olhos enquanto confirmo com a cabeça para que ela pense que eu acredito, mas na verdade só quero livrar-me de mais um discurso médico.

                                               Niall on.

  Assim que os pais da s/n a levaram para o hospital, fui pra casa bem preocupado mas sem nada a poder fazer-se e tentando entender por que ela levantou da sua cama(?) Será que ela iria brigar comigo ou pelo contrário iria me devolver o beijo com outro? Tanto faz, aquilo jamais ira se repetir.
   Lembro também da conversa que eu estava a ter com os pais dela, que por sinal deram o nosso assunto como encerrado, mas que agora mais do que nunca eu preciso por um fim. Virou uma bomba imensa e eu não quero estar perto quando explodir. Egoísmo? Com certeza, mas o que eu posso fazer? Exatamente nada.

...

Mãe: amor eu vou ali na casa da s/n saber como ela esta, quer vir junto?
Eu: Bom, por que não?! - levanto-me do sofá e sigo a minha mãe.

  Após soar a campainha, 10 segundos depois a mãe da s/n já esta abrindo a porta e abraçando a minha mãe. Observo a dor que ela sente enquanto abraça a minha mãe, ela sabe que a filha entregou os pontos, ela sabe que a minha princesa desistiu. Mas não por muito tempo.

  Sem esperar entro na casa, e como não tem ninguém na sala subo pro quarto da s/n. A porta está entre aberta mas só consigo ouvir o som da tv do seu quarto ligada, então abro a porta lentamente para não correr o risco de acorda-lá caso ela esteja dormindo.E ao abrir fico parado na porta vendo a s/n e o Brian trocando beijos e caricias. Estão tão ocupados que nem percebem a minha presença nem quando eu saio e sento no chão ao lado da porta do quarto esperando, ou me recuperando do que vi, não tenho certeza.

Os minutos se arrastam e eu continuo sentado aqui, ouvindo uma vez ou outra risadinhas saírem da boca da s/n. 

Levo um susto e levanto rapidamente quando eu vejo a ela parada na porta me olhando.

S/n: Niall o que faz ai? - Indaga-se.
Eu: Hum ... eu - passo a mão pelo cabelo. - estava esperando você.
S/n: E por que não entrou?
Eu: Não queria atrapalhar. - Aceno para o Brian que força um sorriso.
S/n: Seu bobo. - Ri.
Eu: Eu só vim aqui visitar você...
S/n: Ah vem cá com a gente - Me convida inocente sem nem imaginar que o Brian deve estar fervendo. - Só vou la embaixo buscar um copo de água e já volto.

 Ela voltou logo e ficamos os 3 conversando, os dois abraços na cama e eu sentado na poltrona ao lado me sentindo um intruso. Quando o Brian foi embora ficamos conversando os dois, e nem eu nem ela tivemos a audácia de tocar no assunto do beijo.

Estamos conversando sobre o quão vulgar são as mulheres que dançam em programas de tv com pouca roupa, ou melhor quase nada, quando meu celular toca.

Ligação on.

Eu: Iae cara.
Louis: Festinha hoje aqui em casa.
Eu: Opa dou uma passada depois.
Louis: mas não é la muita coisa porque amanhã tem faculdade.
Eu: por isso que eu não vou pra uma.
Louis: Cala boca, você não vai porque é filhinho de papai.
Eu: como se você não fosse também. - Começamos a rir.
Louis: Cara convida a s/n.
Eu: Pode deixar vou convidar, mas não sei, acho melhor ela não ir.
Louis: Sem muitas bebidas, sem musica alta e só os caras com as acompanhantes.
Eu: ta vou ver aqui.
Louis: Depois a gente se fala.
Eu: Tchau.

eu: Era o Louis. - Digo guardando o celular no bolso novamente.
S/n: e então ...
Eu: Hoje todo mundo vai na casa dele se reunir e ele convidou você ... Mas acho melhor você não ir.
S/n: eu to bem, mas a minha mãe não vai deixar... a não ser que você peça - Fez uma carinha de anjo.
Eu: Não s/n, você precisa de repouso.
S/n: Que saco Niall... - Revira os olhos.

Eu: Que saco nada s/n.
S/n: Você já foi mais legal. - Resmunga enquanto cruza os braços.
Eu: E você mais responsável.
S/n: As pessoas mudam meu querido.
Eu: Você esta sendo infantil.
S/n: E você um babaca, custa pedir.
Eu: Por hoje chega - Observo-a.
S/n: Claro, o doutor Niall decidiu que acabou e é assim quê tem que ser. - debocha.
Eu: Ahh por favor amor...- Reviro os olhos.
S/n: Não me venha com amor, aposto que é assim que você chama todas as garotas com quem fode.
Eu: Eu disse chega s/n... - Me seguro para não explodir enquanto levanto-me.
s/n: Isso vai la pegar mais uma vadia. - Fervo.
eu: Quem sabe eu fique, pois você esta virando uma. - Desafio-a com o olhar, mas só quando seu queixo cai e ela franze a testa que eu me dou conta do que disse.
s/n: Cretino - Caminha na minha direção cambaleando. - Sai daqui agora.
eu: Princesa me desculpa... - Tento desculpar-me enquanto ela me enche de tapas no peito.
s/n: SAI - Eleva a voz com lagrimas nos olhos. E então eu me rendo e saio olhando uma única vez pra traz para ver em seus olhos o ódio que ela não se preocupa em esconder.

                                                                                                                                                                   

OIIIII MINHAS PRINCESAS COMO ESTÃO? mais um ai pra vocês ♥  pequeno pela falta de tempo me perdoem, bjus fiquem com Deus 
xox amorinha 

25 de setembro de 2014

♠ Rocket Love- Capítulo 9: Purgatório ♠

~Espero que gostem desse capítulo, eu também morro de saudades de vocês mas o que posso fazer é postar um por semana :3~ Boa leitura
Tem gente que curte indicação musical para o caps, ouçam Magic- Coldplay - amo/vivo/sou



O fim de semana estava quase chegando, todos mal viam a hora de se ver livre daquela prisão por algumas horas.

Mas antes do tão esperado momento acontecer ainda faltava um tempo em que aconteceriam coisas que mudam completamente todo o processo.

Uma manhã preguiçosa para Malu, relembrou da noite passada quando depois de jantar, ela e seus amigos foram assistir a um filme na sala de TV e não pode deixar de soltar um suspiro. Tinham mais vinte pessoas ali, porque privacidade ou conforto não era algo que descreve um Internato. Mas foi divertido. Era uma comédia romântica. Pode se sentar entre seus dois amigos, ambos seguravam em sua mão. Mal podendo saber o quão aquilo mexia com ela.

Quando Styles sussurrava algo sobre o filme era como se a terra parasse de se mover para aquele momento. Mas além disso, algo chamou a atenção da garota naquela noite. O polegar de Louis acariciava o dorso de sua mão de maneira tão suave e deliciosamente sexy. Olhava para ele e tinha algo novo no seu olhar. Desviava por ter medo de não conseguir se controlar, vendo aquele par de olhos azuis assim tão de perto.
~Louis tá seduzente demais nessa fic~ 


Então as coisas ficaram realmente estranhas, Tomlinson apenas queria algo desde a noite da festa dos Hemming, não podia esperar mais. E todos que o conheciam sabiam o quão impulsivo e impaciente ele era. Não era de cozinhar demais, comia cru se estivesse realmente com fome. Faminto o descrevia no momento. As mãos do garoto envolveram a cintura dela, agarrando com força.

- Está com frio? - Malu perguntou

- Não, está muito quente aqui, isso sim. - e então a garota sentiu sua líbido se despertar quando viu a imagem de seu amigo, mordendo os lábios para ela.

Ficou sem palavras e sentiu seu coração pular descoordenado quando sentiu as mãos dele indo para debaixo de sua blusa. Sua pele já era toda arrepios e mal conseguia respirar direito. Olhou para a tela tentando não gritar de pânico ou de confusão ou de tesão por aqueles lábios.

- Preciso de ar... - ela falou alto e se levantou rápido.

Andou desviando dos grandes pufes cheios de gente pelo chão e correu para fora da salinha. Se encostou na parede do corredor acumulando o máximo de ar que conseguia. Este que faltou outra vez quando viu quem também saiu da sala.

- Não está gostando do filme? - Louis perguntou como se nada tivesse acontecido.

- Na verdade não consegui prestar atenção direito. - ela disse arfando.

- Humm - foi só o que ele disse antes de estirar a mão para ela como se a chamasse.

Os dois seguiram para a saída do prédio, Malu reconheceu o caminho, ele estava a levando para seu dormitório. Seu sentimento era um mix de alívio e decepção. O primeiro porque não sabia como lidar com aqueles toques dele e o segundo porque queria sentir aqueles toques pelo resto da vida.

Estavam parados na porta do quarto da garota quando Louis voltou a seduzir com os lábios. Dessa vez a garota sorriu daquilo.

- Para de fazer isso - ela riu

- Por que? Você não gosta? - disse e se aproximou quase colando seus corpos. Ela se apoiou na parede. Literalmente pedia forças para aguentar aquilo mas sabia que seria inútil.

- Ao contrário - disse e ele sorriu bobo - Só que não sei se... - a língua do garoto percorreu toda a boca e ele não perdeu tempo.

As mãos dele a seguraram pela cintura, os olhos ardentes eram só para ela, encostou seu nariz no pescoço da garota, inspirando o cheiro doce a fazendo soltar um gemido assim que ele encosta os lábios quentes na região. Dá uma mordidinha e Mali acha que seu coração pode ser ouvido até de Marte.

- Está arrepiada, bom sinal... - sussurrou sapeca no ouvido da garota.

May fechou os olhos esperando o toque dos lábios mas eles não vieram, sentiu quando as mãos de Louis seguraram em sua coxa e ela abriu os olhos assustada, mas não pode protestar, logo estava com os braços envoltos da cintura do garoto. Ele girou a maçaneta da porta e entrou no quarto escuro.

Não acendeu as luzes, sabia o caminho para onde queria chegar. Foi andando e depositando deliciosas carícias com sua língua pelo pescoço dela. Até que a colocou no chão.

Não era possível ver nada mas o clima daquele quarto estava indescritível. As mãos quentes dele repousaram no dois lados da face de Malu. Sua boca andou até a dela e enfim ocorreu o toque. Este que ela sonhou por várias e várias noites. Tão esperado e as expectativas altas foram superadas, a maciez a fez delirar. Logo a língua experiente de Tomlinson pedia permissão para deixar ela completamente extasiada. Os dois ficaram envolvidos na trama daquele primeiro beijo. Nunca tinham experimentado algo como aquilo. Beijar alguém com sentimentos reais pela pessoa.



Sem ar Malu quebrou o beijo e então começou a acreditar no que acontecia, estava ali com Louis. Era bom demais para ser verdade. Mas era verdade. Seu pescoço começou a ser explorado, seus gemidos eram intensos, logo estava na cama com ele por cima, puxando sua blusa, consumindo seus lábios. Ajudou-o a tirar a camisa e pode sentir a sua pele quente, mordeu o seu ombro e depois explorou a área do pescoço.



Os dois estavam quase se fundindo em um só corpo quando sentem o pesar da luz sobre eles. Louis se levantou em sobressalto e Malu sentiu suas bochechas corarem. A colega de quarto estava parada chocada com a cena que acabara de ver. Sem dizer nada, o garoto apoiou a camisa nos ombros e saiu pedindo licença à Kathy que ainda estava apenas na porta parada sem dizer nada.

May se deitou na cama extasiada, seus lábios estavam avermelhados e doloridos mas ainda assim estampavam um sorriso em sua face.

- O que foi isso Senhora Black? - enfim Katherinne quebra o silêncio imposto naquele quarto. Fecha a porta e se senta perto da amiga que responde confusamente.

- Não faço a mínima ideia mas se for um sonho não quero acordar nunca mais. - sorriu e continou encarando o teto em seu momento de felicidade plena.

***
sim, eu gosto de filtro dos sonhos, quem puder me dar um, estou aceitando. Na verdade faço coleção.


A sexta enfim chegara, todos os alunos estavam ansiosos pelo fim de semana como sempre. Por algum motivo todos os alunos tiveram que assinar um documento que permitia a vistoria dos quartos. Era obviamente pelo caso Devine, um pouco atrasada essa medida porém seria cumprida no fim de semana. Para os alunos que permaneciam no Internato durante o período foi pedido que saíssem das alas pela manhã e só retornassem depois das sete da tarde. Em ambos os dias, sábado e domingo.

O capuccino parecia ter um gosto mais gostoso para Malu naquela manhã chuvosa, os biscoitinhos amanteigados pareciam pedacinhos de céu em sua boca, estava suspirando por todos os lados. Sua amiga Kathy apenas balançava a cabeça para ela a cada cinco minutos.

- Você sabe que tem que esquecer aquilo. - Katherinne disparou assim que terminou seu café.

- Por que? Eu quero guardar aquilo na memória para sempre. - rebateu sonhadora.

- Ele tem namorada May, se fosse o contrário você não ia gostar nada. - assim que a amiga disse aquilo, Black soltou um riso de contentamento.

- Eles terminaram, sua boba. Agora Louis pode enfim ser meu. De verdade. Da forma que sempre sonhei. - falou entre sorrisos

Sorrisos estes que se quebrariam quando olhou na direção que Kathy apontada com a sobrancelha erguida. Malu se virou e encarou dois corpos grudados, as mãos que a tocaram na noite anterior estavam pousadas na cintura da garota que ela pensou não estar mais no caminho. Carly beijou os lábios de Louis que retribuiu sem pensar.

Sem aguentar mais aquela cena, Malu voltou seu olhar para a mesa redonda e branca, encarou seu alimento à sua frente, que antes pareciam tão apetitosos e agora causavam embrulhos em seu estômago.

- Você foi só um passatempo. - as palavras duras de Kathy golpearam com brutalidade os sentimentos de Malu. Ela mal conseguiu levantar da cadeira quando o sinal tocou. Quanto mais teve forças para encarar Tomlinson. Pela primeira vez odiou ser sua colega de classe.

Cabeça baixa, olhos desesperados por despencarem em lábrimas, mente dominada por pensamentos ruins. Foi assim durante toda a aula, Malu se segurava para não chorar, gritar, cair no chão e se debater. Sem conseguir nem respirar direito, ela pediu para ir ao banheiro. Andou de cabeça baixa até a saída, antes de chegar seus olhos não conseguiram e ela começou a despejar lágrimas. A professora ouviu e perguntou se estava tudo bem, sem resposta, Malu caminhou e saiu pela porta como foguete.

Se sentou na cerâmica fria do banheiro, abraçou suas pernas e pode enfim ficar a sós. Podia ser livre com seus sentimentos. Até que um ser paira ao seu lado. Ela olhou e era a pior pessoa que podia estar ali no momento.
Louis a abraçou e sentiu seu coração doer tamanho era a constância das lágrimas de sua amiga.

- O que foi Malu? - ele perguntou

Ela só conseguiu olhá-lo com mágua, os olhos vermelhos de raiva e por conta do choro. O empurrou e levantou, fazendo com que ele fizesse o mesmo em seguida.

- O que foi Louis? Como pôde? Como pôde? - começou a socar o peito do garoto que segurou seus punhos.

- É sobre ontem? May me desculpe, não sei o que deu em mim, eu só fiz, não pensei direito, eu sempre faço isso, você sabe - dizia nervosamente.

- Cala a boca, cala a sua boca. Você não vai colocar a culpa na sua doença. Não! - ela se afastou violentamente dele - Não fala mais comigo! Nunca mais! - a garota sentia seu corpo tremer com todo aquele peso dos seus sentimentos.

- Malu, por favor, me desculpa... - ele tentou se aproximar mas ela recuou

- Não Louis... Eu não te desculpo. - disse e foram as últimas palavras do lugar até que ela saísse do banheiro e corresse até os jardins, buscando ar puro enquanto seus olhos ardiam.



Tomlinson encarou seu rosto no espelho, percebeu o quanto estava fraco sem ela. Mas não podia voltar atrás, sabia que havia sido inconsequente por ter misturado as coisas, a beijado daquele jeito. O melhor que pensou para tentar colocar as coisas no lugar foi reatar com sua namorada e reafirmar a amizade que tinha com Malu. As coisas não saíram do jeito que esperava porque ele não estava ciente de um importante detalhe, a sua melhor amiga estava apaixonada por ele.

O fim de tarde se apoderou daquele ambiente e logo vários alunos começavam a sair com suas enormes malas de dentro do dormitório. Com a notícia da inspeção do fim de semana, mais alunos resolveram abandonar o colégio naquele fim de semana. Não era o caso de Liam que mais uma vez teria que aguentar aquele purgatório por mais um par de dias.

Se despediu com um beijo de Kathy, esta que disse que no próximo fim de semana, ela o levaria para conhecer seus pais e passar o fim de semana em sua casa. Mesmo nervoso com a possibilidade, Payne ficou feliz e agradeceu e aceitou o convite de bom grado.

Sem dizer muitas palavras e após um abraço seco em Harry, May entrou no carro de seus pais. Não disse nada por todo o caminho, apenas queria voltar no tempo e nunca ter conhecido Louis para não ter que sentir o que a consumia no momento.


***

Mais um sábado chegara, Angel se levantara da cama mais mal humorada do que nunca. Gostava de dormir de tarde  e agora não teria onde ficar graças as investigações. Antes de sair do quarto, tratou de verifica-lo por inteiro em busca de algum indício de serviço ilegal no Campus, não encontrou. E o pouco de material novo que o seu grupo tinha, havia sido levado com Zayn e Jake, longe do Internato.

Chegou no refeitório e se espantou, não tinham mais do que quinze pessoas ali, um verdadeiro recorde. Ao fundo conseguiu avistar alguém, na verdade caçou por ele. Liam estava acabando de tomar seu achocolatado.

Não o encarou muito, apenas seguiu para uma mesa e comeu sozinha, como sempre. Lembrou das últimas palavras que ouvira do garoto. Sentiu seu estômago ameaçar revolta e jogou esses pensamentos para longe, ou pelo menos tentou.

Pelos autofalantes, mais uma vez os alunos informaram que só poderiam retornar às Alas no começo da noite. A garota revirou os olhos. Colocou a bandeja no reservatório e pensou no que faria o dia todo já que sempre ficava em seu quarto.

Decidiu ir para o bosque.
Se sentou em umas das pedras e alguém veio vagar pelos seus pensamentos outra vez.

- Ahh ninguém merece!!! Aprende Amélia, ele nunca vai ser seu! - disse em voz alta.

Depois do almoço, Angel estava realmente impaciente, não tinha o que fazer. Foi para a quadra, deitou nos colchões de ginástica e acabou adormecendo ali.

Acordou cerca de uma hora e meia depois com barulho de água. Levantou e seguiu para a piscina.
Um corpo nadava de forma sincrónica de um lado e depois para o outro. E só então parando para recuperar o fôlego. Payne se assustou ao ver a imagem da garota ali perto da piscina.

- Está me seguindo agora? - ele disse ainda ofegante pelo exercício.

A garota não disse nada, apenas o encarou tentando parecer imponente. Mas logo perdeu sua compostura quando o garoto subira pela borda, deixando exposto seu corpo juvenil mas sarado. Seus braços eram fortes e seus ombros largos. Mais uma vez viu a falta de lógica que era aquele garoto parecer e ser na maior parte das vezes, um nerd indefeso.

Viu seu corpo sair de seu controle quando sentiu que ele se aproximara cada vez mais. Porém não teve forças para mudar a direção de seu olhar.

- Está mansinha mais uma vez porque está longe dos seus amigos não é? - ele cerrou o olho ao dizer.

Isso parece ter despertado Angel. Não, não era o que ela representava ficar ali estática como uma garotinha fraca e apaixonada. Não era o que ela queria ser. Soltou uma risada irônica que fez Liam se lembrar de maus momentos que ele viveu naquele Internato.

- Quantas vezes eu sozinha não te fiz chorar, hein bebezinho? - riu novamente - Você é um fraco! Qualquer um pode acabar com você.

- Você não se enxerga não é? Olha o que você é. Será que nunca vai parar de ser assim? O que houve de tão mau na sua vida para ser assim? Você foi espancada? Te maltrataram ou algo do tipo? - Liam disse e soltou uma risada.

As mãos de Angel se fecharam raivosas, assim como seu olhar que queimava. Não disse nada, apenas avançou sem pensar, sem medir as consequências. Agarrou o pescoço de Liam o enforcando, o garoto tentou segurar seus braços mas ela era forte. Cambalearam para trás e então o baque da água separaram seus corpos. Sentiram seus corpos afundarem e logo depois boiarem.

Liam nadou até a margem e saiu da água impaciente, passou a mão no pescoço, arranhado pelas unhas da garota. Olhou para trás e então viu uma imagem perturbadora. Angel chacoalhava na água, voltava à superfície e retornava para o fundo, engolindo água, não pedia socorro no entanto. Mas seu desespero era nítido.

Mil coisas se passaram na cabeça do garoto, ele agonizou muitas vezes, não foi atendido. Por ninguém, muito menos por ela, o motivo de sua agonia. Só que não foi forte o bastante para não pular novamente na piscina, mergulhou e pairou do lado da garota. Tocou-a pela primeira vez, segurou em sua cintura e a levou para o oxigênio.

Angel tossia sem parar e estava sem fôlego, sem voz. Se apoiou no pescoço de Liam, o mesmo que ela enforcara a poucos minutos. Alcançou seu olhar, os dois se olharam tão de perto mas logo ele cortou o contato. Chegaram a borda, Payne a apoiou lá, fazendo com que ela subisse. Rastejou pelo chão, logo ficando de barriga para cima, sem ar, o sugando depressa.

Ficaram em silêncio por longos minutos, Liam sentado na borda da piscina ainda com os pés para dentro da água e Angel deitada no chão frio.

- Minha touca. - pensou alto ao colocar as mãos nos cabelos soltos.

Curioso, ele olhou para trás, onde ela estava. Viu pela primeira vez os cabelos da garota. Era um tom de castanho com fios mais claros, com cachos abertos. Um cabelo longo, muito diferente do que ele imaginara. Pensara até que ela podia ser careca, afinal é um bom motivo para se usar uma touca vinte e quatro horas por dia. Pessoas que tinham aquele cabelo não deviam usar aquela touca.


~tipo, eu estou apaixonada pela Angel, desculpe, sempre tive queda por vilãs e vilões. ~



Logo depois ele olhou para a piscina e viu algo preto no fundo. Apontou em direção. Mais uma vez o silêncio predominou. Depois de um tempo a garota se levantou. De maneira nenhuma ia entrar na água outra vez, não sabia nadar e tinha péssimas lembranças sobre afogamento. Depois de um tempo, se levantou e saiu sem fazer muito barulho.

Ao perceber que estava sozinho novamente, Liam mergulhou e pegou a touca em suas mãos. Pegou-a e seguiu para o vestiário.
Enquanto isso Angel discutia com um dos inspetores, elas explicara que tinha se molhado e precisava de roupas novas, mas não deixaram que ela entrasse nas Alas. E seguiu a dica desaforada de um dos policiais que lá estavam. ´´Vai se secar no sol´´.

Não era o sol mais secante do mundo mas até que fez certo efeito. O sinal do jantar soou e ela entrou no refeitório. Os poucos alunos que lá estavam não puderam deixar de notar sua presença, parecia uma aluna nova, os cabelos soltos realmente faziam diferença em seu visual. Obviamente Amélia distribui ´´Tá olhando o que otário? ´´ até enfim chegar a sua mesa. Não viu Liam no jantar e até agradeceu por isso. Pode voltar para seu quarto, revirou os olhos ao ver seu guarda-roupa completamente revirado.

´´Malditos!´´ - gritou e se deitou na cama.


CONTINUA...

Gente, ahhh teve grandes momentos nesse capítulos né?
Malou mal começou e já deu bug mas vocês não perdem por esperar o próximo capítulo, sério.
E não perdem mais ainda sobre Liam e Angel... uiiii

Quero mandar um enorme beijo para todas que comentaram no último capítulo,

Julyana Esther
Amanda Molina
Amanda Sol
Letícia Lima
Vivi Vieira

Todo o pessoa do Grupo do Facebook, quem ainda não tá lá é só ir aqui nesse LINK

É isso...

Malikisses

Quero 40 comentários para o próximo... 

23 de setembro de 2014

Wattpad

Helloooo cupcakes, venho aqui com a minha primeira dica, um aplicativo super incrivel chamado wattpad
Inclusive estou postando o que seria little things la, com algumas melhorias
O nome é " no quarto ao lado"
É isso
Malikisses amores

#DicaDaDrica

21 de setembro de 2014

The Hunger Games ♡ 2º Temporada - 2


ANGEL



um rosto lindo 
e um sorriso encantador 
e um jeitinho de falar, que me pirou... 
CBJR 

CAPITULO ANTERIOR - 

- acho que vai ser díficil - comentei
- nada é impossível - sorriu

Correspondi ao seu sorriso, e me aconcheguei em seus braços, fechei meus olhos, ele apagou a luz e acabei caindo no sono.


DIA SEGUINTE 

Mais um dia clareava, mas os distritos pareciam não ter descanso, fogo, mortes, para todos os lados em cada distrito, a capital estava em pânico com que estava acontecendo, mesmo assim, não baixaram a guarda, e estavam decididos em aniquilar os rebeldes, principalmente os que causaram isso... 

NARRADORA P.O.V. 

Harry acabou acordando mais cedo que Seu Nome, a garota estava cansada, que dormia pesado, e não acordaria tão cedo. Mas Harry, mesmo sendo 7 A.M. acabou perdendo o sono, e decidiu levantar, fez suas higienes. Voltou para a cama, e olhou para Seu nome que dormia.

- até parece um anjo - disse a si mesmo - pena que não é - riu

Estava se sentindo um idiota apaixonado, talvez pudesse pensar em uma palavra mais sútil do que "idiota", porém foi a única que lhe veio a mente. Um sentimento que tão forte que chega a doer.
Tirou os cabelos que caiam sobre seu rosto, e acariciou de leve a maçã de seu rosto.
Decidiu parar de admira-la, foi até a cozinha, e para sua surpresa, Joseph estava sozinho sentado a mesa.
Harry ainda tinha muitas dúvidas sobre ele, não o conhecia, não sabia seus interesses, sua idade, muito menos de onde de fato vinha, só sabia o seu nome e que no fundo... não gostava tanto dele assim.

- bom dia - Joseph o encarou
- bom dia - Harry disse se sentado
- acordou cedo - comentou
- e você parece que não dorme - brincou
- me preocupo com o trem, durmo algumas horas, e já não consigo mais
- por que se preocupa tanto? - aproveitou a brecha para fazer perguntas
- porque sim, todos aqui são importantes
- todos? - o encarou - ou só a Seu Nome?
- como assim? - perguntou - Harry, não leve as coisas pra esse lado
- só desconfio porque não te conheço - tomou um pouco de café - talvez se você falasse só um pouco sobre você, eu confiaria, porque minha confiança não é tão difícil quanto a dela

- só quero deixar vocês seguros
- simples assim?
- Harry o que você quer saber? que merda, se eu estou ajudando, é simplesmente isso
- calma aí, só perguntei
- suspirou - eu conhecia os pais dela, era pra me casar com ela
- o quê?! - quase cuspiu o café
- sabia que não devia dizer
- não, pode esperar, quero detalhes
- Styles eu...
- não vem com Styles, me conta
- manteve o silêncio -
- não conto pra ela, juro
- jura?
- sim - assentiu
- okay - tentou relaxar
- não é meio velho pra ela? deve ter quase 20 e poucos
- 25 anos... a familia dela e a minha se gostavam muito, fizeram uma pequena aliança, e me prometeram ela, mas não estou aqui por isso, é só porque... quero protegê-la, provei isso pro James, e ele acreditou em mim, não iria estragar essa chance
- não sabia que ainda tinham esses costumes
- alguns tem, a familia dela era uma dessas, mas não era obrigado, se ela não quisesse não aconteceria, mas a tia dela nem sonhou que ela seria tão...
- única - completou
- é... os pais dela sabiam, por isso não prometeram de verdade, só foi uma pequena "promessa que poderia ser quebrada"
- isso é bem louco, estranho
- não vou mentir, no começo gostei dela por causa da personalidade, acho que é meio difícil não gostar
- e agora?
- ela parece gostar de você de verdade - desviou o olhar - e eu não vim aqui pra atrapalhar, mas para ajudar
- eu sei... só é estranho isso, e nada confortável de escutar
- sei bem, mas respeito tanto ela quanto você, não se preocupe comigo
- espero que não - terminou de comer
- é sério

Joseph estava bem sério, e para Harry até que parecia bem convincente, mas se tem algo que ele aprendera na capital é que "nem tudo que parece é", porém queria acreditar nele, pois Joseph parecia um cara que valia a pena confiar.

- vou deitar mais um pouco - Harry disse se levantando
- acho que depois chegamos no distrito 13, deve estar um caos
- tudo bem, lidamos com isso
- está bravo comigo? - riu - Harry, já sou mais velho, não sou um dos seus amigos que vai roubar sua namoradinha - riu

- não deveria ser divertido
- tudo bem, desculpe
- foi mal, só algo estranho que senti... bem, depois nos vemos.

Harry saiu dali, e foi de volta para o quarto, onde avistava Seu Nome saindo do banheiro, ainda coçando os olhos parecendo ter acabado de acordar.

- bom dia - ela disse sonolenta
- bom dia - Harry respondeu voltando a se deitar - acordou cedo...
- tive um sonho ruim
- ah...
- tudo bem? - perguntou
- sim, por que da pergunta?
- não sei, você costuma ser o bem humorado pela manhã - se deitou ao seu lado
- essa manhã não estou muito
- algum problema?
- talvez eu não vou muito com a cara do Joseph
- até que eu acho ele legal - Seu nome disse

A garota falou na inocência, nem sonhava que Harry havia acabado de ter uma conversa um tanto tensa com Joseph. Ele olhou para ela, e apenas desviou o olhar, mas manteve o silêncio, pois prometeu a Joseph que não diria nada, e não seria agora que começaria a quebrar promessas.

- com o que sonhou? - Harry perguntou
- sonhei que você estava me abandonando, foi estranho...

Harry engoliu em seco, e soltou um alto suspiro.

- ei - ela o cutucou - não fica preocupado por essas coisas - riu - temos problemas maiores
- voltou a encara-la - me sinto egoísta demais com você por perto
- por quê? - perguntou
- por querer você só pra mim, quero acabar com qualquer cara que ameace a encostar em você, ou te olhe de outra forma, me sinto egoísta por querer você só pra mim, pra maioria dos casais isso é normal, mas você tem um jeito tão... livre de ser, que me faz sentir egoísta de querer te ter só pra mim

Nos lábios de seu nome, formou-se um sorriso envergonhado, ela que olhou fixamente nos olhos dele a cada palavra que ele dizia, desviou o olhar, pois não sabia o que dizer. Ficaram um leve tempo em silêncio.

- você tem razão, sou livre mesmo - voltou a olha-lo nos olhos - mas até parece ser divertido ser apenas sua - sorriu de canto

Harry acabou sorrindo, ela se aproximou e selou seus lábios, o beijo era calmo, ela rompeu o beijo, mas logo ele tomou seus lábios violentamente e lhe deu um beijo intenso. A garota acabou ficando por cima dele, Harry sentou-se e seu nome ficou em seu colo.
Romperam o beijo, Harry colou suas testas, com suas respirações descompensadas pelo folego que o beijo havia lhes tomado. Seu nome, puxou o garoto pela nuca, e voltou a beijá-lo, sentiu suas mãos por baixo de sua blusa, subindo até seus seios cobertos pelo sutiã, os apertou de leve, fazendo a garota arfar entre o beijo.
Styles rompeu o beijo e se livrou da blusa de Seu Nome, que fez o mesmo com a dele. Ele distribuiu beijos pelo pescoço dela, que fechou os olhos sentindo os lábios de Harry descerem pelo seu corpo.
Harry trocou de posição ficou por cima dela, roçou seus lábios pela barriga da garota, e desabotoou seu shorts, o tirando e o jogando no chão.
Seu Nome olhou nos olhos verdes de Harry, e mordeu o lábio inferior o provocando.
Ele puxou da pequena gaveta ao lado da cama, uma camisinha (pequena dica que James lhe deu alguns tempos). Voltou a beijar intensamente os lábios de Seu Nome, as mãos da garota, foram até sua calça, desabotoando, ele rompeu o beijo e se livrou da mesma.
Harry abriu o sutiã da garota, tendo a visão dos seios, distribuiu pequenos beijos, o que faz a garota, bem baixo, dizer seu nome.
De surpresa, Seu Nome, sentiu as mãos do Styles arrancaram sua calcinha, e lhe penetrar, ele abafou o som com um beijo, pois não estavam sozinhos no trem, mas adoraria escuta-la gritando seu nome.
Seu Nome, arranhou suas costas, ao mesmo tempo que sentia certa dor, sentia um prazer imenso, com as respirações já descompensadas, e Harry com movimentos cada vez mais rápidos, notou já o suor correr pelos seus rostos, e o cansaço lhes tomar.
Porém ela ficou por cima dele, e rebolou em seu colo, fazendo o garoto virar a cabeça e morder com força o labio inferior para não gritar.
Chegaram depois, a ápice. Deitaram-se lado a lado, olharam o teto branco, apenas com um lustre simples, tentando se recuperar.

- eu nunca quero te abandonar - Harry disse

SEU NOME P.O.V.

Sorri pra ele, só espero que nada mais dê errado entre nós.
Nunca pensei que sentiria um desejo tão grande por alguém, igual sinto por Harry, isso me assusta, apenas uma pessoa me tem em suas mãos. Mas acho que ele não deve se sentir diferente.
Depois de minutos ali deitados, tomamos um banho, e resolvemos voltar a cama, Harry dormiu, mas eu não conseguia dormir, me mantive acordada, abri as cortinas, olhei para a paisagem, que passava rapidamente pela janela.
Me recostei na parede, e olhei para Harry que dormia na cama. Sorri de canto, e continuei ali o admirando.

- pois é Seu Nome.... você está apaixonada - disse a mim mesma

Queria que minha mãe estivesse aqui, para que eu pudesse ser uma adolescente normal, e chegar nela extasiada dizendo que estava apaixonada, e que meu pai estivesse aqui, para que querer conhecê-lo, e lhe dar um breve susto como "se quebrar o coração da minha filha eu te quebro"
Mas a realidade é diferente, estou apaixonada em meio de uma guerra...
Saí do quarto, fechando a porta com cuidado, e encontrei Joseph sentado no sofá parecendo ler um mapa.

- Bom dia, Joseph - sorri
- Bom dia - me encarou e sorriu
- lendo mapas agora? - brinquei
- só vendo algumas coisas, não se preocupe com isso agora
- tudo bem... e James? notou se ele está melhor
- acordou, mas dormiu de novo, está cansado, porém bem
- melhor.... estava preocupada
- eu notei, mas vai ficar tudo bem
- eu espero - desviei o olhar
- sente falta de todos não é?

Era bem estranho a forma que Joseph na maioria das vezes parecia me conhecer super bem, mas nunca me abri sobre meus sentimentos com ele.

- sinto, de cada um, mas a saudade da minha irmã ainda está grande demais - suspirei - nunca vou aceitar, vou muito injusto
- te entendo
- já perdeu alguém?
- sim, meu pai... tinha 10 anos
- lamento
- é... mas fingimos que passou
- não vou fingir que passou
- então o que vai fazer?
- vou vingar minha irmã, e cada pessoa que teve sangue derrubado por culpa da capital.


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OI OI! TUDO BEM, GENTE LINDA? <3 
PRIMEIRO, vou agradecer por vocês serem tão fofas e amáveis comigo sempre nos comentários, :3 
segundo, mals demora, e sei que to devendo continuação dos mini imagines, mas criatividade tá meio foda, porém fazer o que.. mas não quero deixar aqui algo aqui sem nenhuma qualidade u.u 
mas, se vocês acharem que o capitulo sei lá estiver chato, pode falar <3 CBJR NO COMEÇO PQ ME INSPIROU NESSE CAPITULO NÃO SEI PORQUE, PQ NEM TEM MUITO HAVER, MAS SLÁ, ADORO ESSA MUSICA. 
JOSEPH MORGAN ALWAYS NO CAPITULO PQ EU AMO ESSE HOMEM :V 
bem gente, é isso, espero que tenham gostado e não fiquem bravas comigo haha, beijo - mi 



20 de setembro de 2014

Viva se conseguir ou morra tentando - interativa



Viva se conseguir ou morra tentando









Capítulo 1


   

P.O.Vs

       Hoje com certeza é o dia mais feliz da minha vida! Casei com meu grande amor e estamos de partida para nossa Lua de Mel. Vai ser tudo maravilhoso tenho certeza que sim, vamos aproveitar o máximo. Pego minhas malas no nosso quarto porque  já me espera lá embaixo.

: Vamos amor, o voo sai daqui 2 horas. - gritou -
: To chegando benzinho. 


     Trouxe as malas quase caindo e tropeçando nos meus pés, quando  viu foi correndo me ajudar com aquela cara de bobo que ele faz toda vez que está perto de mim. Eu sorrio sinceramente pra ele e digo irônica:

: Está se saindo um bom marido deixando as malas pra mim trazer. Se continuar assim serei uma mulher de sorte.
: Ha.Ha.Ha. Engraçadinha você não? Pois fique sabendo mocinha que eu vou ser o melhor marido do mundo!
: Eu sei que vai bebê - beijei ele -
: Agora vamos.
: Calma, calma. Vamos tirar uma foto primeiro.
: Ta bom, tudo por você.
: Ao dia mais feliz de nossas vidas!
: Exatamente.

        Coloquei a câmera em cima do carro e programei pra tirar a foto depois de 10 segundos. Fizemos uma pose e tiramos nossa primeira foto de casados.


: Agora Vamos!
: Ai homem é tudo apressado mesmo.
: - sorriu -

      Tiro isso pelo meu pai, quando era menor ele vivia me apressando pra ir pra escola, ficava lá buzinando de segundo em segundo. Eu sou uma garota poxa! Preciso arrumar cabelo, maquiagem. Isso leva tempo!  dirigiu até o aeroporto onde um chofer levou o carro de volta pra casa. Eu não poderia estar mais feliz.  comprou entradas pra um Hotel que ele diz ser o melhor das ilhas Caraíbas. Pra quem não sabe são ilhas que ficam no Caribe.

   Vai ser ótimo não fazer nada, passar o dia na praia com meu amor, ter jantar pronto na hora que eu quiser, bolos, massagens, cabeleireiro, manicure, pedicure. Ain isso é muita mordomia pra uma pessoa só, ainda mais se essa pessoa for eu. Depois de exatas 7 horas de voo, finalmente chegamos.  O lugar realmente era incrível, o fuso horário mudou então aqui deve ser umas 05:50 hrs da manhã. O dia está clareando.

     alugou um carro perto do aeroporto e a partir daqui vamos de carro até o hotel. Não estou certa de que  conhece o caminho então acho melhor eu perguntar.

: Amorzinho você sabe como chega no hotel?
: Não, mas eu tenho o mapa em mãos.
: Acho melhor pedirmos informação. Estamos na Cidade mesmo.
: Informação? De jeito nenhum! Eu consigo chegar lá sem ajuda.
: O que vocês homens tem contra pedir informação?
: Nada, só sabemos que somos completamente capazes de conseguir isso sem ajuda.
: -sorri forçado- Vamos pedir informação!
: Mas.... Ei volta aqui, não se atreva a descer desse carro! É ela já desceu!

     Desci do carro e perguntei a um senhor que estava em uma barraca de frutas aonde ficava o Hotel Stanley:

: Com licença senhor, pode me dizer aonde fica o Hotel Stanley?
Senhor: - arregalou os olhos - O Hotel Stanley?
: Ér... Sim, algum problema?
Senhor: Você é tão jovem, vou te dizer uma coisa querida. Cuidado.
: Porque?
Senhor: Aquele lugar esconde segredos jamais desvendados, corra, fuja. Fique longe daquele lugar! - Ele falou em um tom de voz mais alto -
: Eu não estou entendendo o que o senhor quer dizer.
Senhor: Morte, desgraça, choro.
Xx: PAI - gritou -

       Levei um susto, um rapaz forte e alto chegou gritando com o pobre velhinho.  O que ele quis dizer com morte e desgraça? O velhinho olhou pra mim uma última vez antes de ser mandado ir pra dentro pelo seu filho, o qual tomou o lugar dele e me perguntou de cara feia.

Xx: Em que posso te ajudar?
: A... Ér... O que seu pai quis dizer com morte e desgraça?
Xx: Ele é só um velho, não sabe o que diz! Diga logo o que você quer!
: Amor, vamos eu sei que posso chegar. Ah oi? -sorriu pro rapaz que não falou nada-
: Só estamos tentando chegar ao Hotel Stanley.
Xx: Sigam essa estrada e então vire na segunda rua de terra que aparecer a esquerda. Então siga reto por uns 15 Km e vai chegar lá.
: Obrigada -sorri gentilmente apesar do medo-.

       Saímos dali e  passou os braços envolta da minha cintura andando comigo até o carro, então me falou:

: Não gostei daquele cara. O que ele te disse?
: Ele nada, mas o pai dele sim.
: O que?
: Ele disse pra fugirmos, e falou de morte, desgraça. E algo sobre um segredo jamais desvendado naquele hotel.
: Que velho bizarro. Não liga não.
: É - abaixei a cabeça -
: Amor, não vai ficar com medo de uma coisa dessas não é? Isso é conversa pra boi dormir.
: Mas ele parecia tão sério.
: Esquece isso tá? Essa vai ser a melhor semana de todas, nada vai estragar nossa felicidade.
: Ta bom - sorri –

        Depois de seguir todas as instruções finalmente chegamos. O hotel realmente é incrível, tanto por fora quanto por dentro. O sol ainda ainda não estava totalmente no céu o que indica que temos o dia todo pra nos divertir depois do almoço porque claro agora iremos descansar.     

    2 Horas depois....

P.O.Vs

      Depois de descansar não há nada melhor do que uma praia. Tem uma bem aqui pertinho que e eu vimos no caminho. Pego um biquíni dentro da minha mala enquanto faz não sei o quê.

pega meu protetor solar, não quero ficar toda queimada.
: Aonde que está?
: Na minha bolsa de mão. Vou colocar um biquíni já volto.

      Entro no banheiro e coloco meu biquíni, já me viu milhares de vezes não sei exatamente porquê inventei de trocar aqui no banheiro, enfim coloquei o biquíni e saí. Ele me olhou de cima a baixo com um olhar reprovador.

: Qual o problema? Estou muito ruim?
: Você está muito boa isso sim. Boa até demais com esse micro biquíni.
: Já sei, vai me fazer tirar ele?
: Tá brincando? Claro que não! Você é só minha e quero que todos os homens sintam inveja. Eles tem que ver isso.
: Às vezes eu acho que me casei com um louco.
: Ei! Mais respeito com a minha pessoa.
: Perdoe-me senhor .
: Assim está melhor. Agora ‘vambora porque a gente precisa aproveitar nosso primeiro dia de lua de mel.
: Querido?
: Fala amor.
: Seja um cavalheiro e leva minha bolsa!
: Ah sim. Por que não me pediu antes?
: Por que você deveria saber que devia levá-la. Agora anda vai logo.
: Sim senhora bravinha.
: O quê?
: Nada não amor, vamos?

    Ele pegou minha bolsa e nós fomos pra praia. Ah o dia está lindo. E com esse sol vou conseguir pegar um bom bronzeado. quando viu a água saiu correndo e me deixou sozinha. Que ótimo marido ele é hein. parece mais um menino de 14 anos. Eu gosto desse jeito dele, é assim que eu me apaixonei por ele. Mas poxa eu queria que alguém passasse bronzeador em mim! Como vou fazer isso sozinha?

Xx: Olá - sorriu -
: Oi - sorri de volta -
Xx: Precisa de ajuda com o bronzeador?
: Ah não obrigada.
Xx: Sou o Colin.
:  
Colin: Está sozinha?
: Na verdade....
: Não ela ta comigo. - fez cara feia -
Colin: Tudo bem. Não deveria deixar alguém tão bonita assim sozinha. 
: Tá eu vou me lembrar disso. Agora se me der licença.
Colin: Claro.
: Credo , por que ser tão grosso com o rapaz?
: Ele tava de olho na minha mulher mano.
: - sorri - Aproveitando que você está aqui. Passa em mim?
: Será um prazer.

      passou o bronzeador em mim e ficou o resto da tarde ao meu lado. Engraçado como ele não me desgrudou mais. Sinceramente foi muito bom receber um elogio de outro cara, aliás sempre é bom receber um elogio. No fim da tarde voltamos para o hotel e meu Jesus Cristinho! Como aquele lugar ficava medonho nessas horas.

Capítulo 3

          Entramos e fomos direto tomar banho. Eu e tomamos banho juntos e não vou contar das partes intimas pra vocês, enfim nos vestimos e fomos até onde a comida era servida. A variedade de comidas era incrível. Eu não sabia o que pegar de tanta coisa que tinha, por fim acabei pegando um pouco de cada, mais , está me fazendo passar vergonha. Ele encheu o prato dele com tudo e depois repetiu. Eu realmente não sei pra onde vai tanta comida.  

        Seria muita coincidência dizer que Colin é do mesmo hotel que a gente? Incrível, logo quando o viu fechou a cara. E ficou mais emburrado ainda quando Colin veio conversar comigo na nossa mesa. Claro que eu sorri e conversei com ele porque sou uma pessoa educada!

Colin: Heyy, parece que o destino está nos cruzando.
: É parece que sim.
: Infelizmente.
Colin: Posso me sentar com vocês?
: Não!
: Claro! - me fitou de cara feia - 
: Mais já estávamos quase de saída. 
: Quase, porque eu ainda não terminei meu jantar.
Colin: Que ótimo, podemos terminar juntos.

        Colin se sentou à mesa conosco e começamos a conversar. Eu e ele claro porque não disse uma palavra a não ser 10 minutos depois me chamando pra ir embora pro quarto. De tanto ele insistir eu fui. O que foi uma pena porque a conversa estava tão boa, Colin parece ser uma ótima pessoa.

: Eu não gosto dele! - falou abrindo a porta do quarto -
: Para de implicar com o rapaz .
: Implicar? Ele dá em cima de você e você chama isso de implicar?
: Ele não dá em cima de mim, e podemos fazer outra coisa ao invés de falar nisso?
: Tipo o que? - sorriu maliciosamente -
: Eu não sei mas, comprei uma lingerie nova.
: É mesmo?
Aram.
: E será que eu posso ver?
: Claro, mais vai ter que tirá-la de mim porque estou com ela.
: Isso será um prazer.

        me jogou na cama beijando-me selvagemente e tirando minhas roupas, estava tudo indo bem até que o abajur cai no chão espatifando-se. Paramos com o susto e se levanta de cima de mim pra acender a luz do quarto já que ficou tudo escuro.

: Como ele caiu?
: E-Eu não sei, vai ver estava na ponta.
: Na ponta ? Ele tava aí a horas porque só caiu agora? - meu coração batia forte-
: Amor, você não ta pensando no que um velho falou está?
: Ele foi bem claro pra mim .
: Esquece isso. É só um abajur, vou pegar a vassoura pra limpar e depois pagar pelo prejuízo.
: Vai me deixar aqui sozinha?
: Qual o problema?
: Nenhum - suspirei - Vou tomar um banho pra quando você voltar a gente terminar. O que começamos.
: Eu ia adorar. - sorriu -

        Ele saiu e eu entrei no banheiro, liguei o chuveiro no mais quente que podia ficar e comecei a me lavar, quero ficar bem cheirosa pra quando voltar. Confesso que fiquei meio assustada com o que acabou de acontecer mas tem razão, foi só um abajur e além do mais a gente tava sacudindo bem ali perto. Escuto a porta do banheiro se abrir e sorrio involuntariamente. Deve ser que chegou pra tomar banho comigo. Ele foi rápido.

é você? - sorri -

     Eu estava olhando do boxe pra porta e vi uma sombra se aproximar, gosta de ser misterioso. Ela chegava cada vez mais perto e então parou perto do espelho. Porque está com uma faca na mão? Ai Meu Deus. Eu grito e na mesma hora a faca é arremessada contra o espelho quebrando-o, abro o boxe e não há ninguém lá. Apenas a faca ensanguentada cravada no espelho para segurar um bilhete. Pego o bilhete tremendo enrolada no roupão de banho e leio:

    "Nunca ouvem o que o velho tem a dizer não é mesmo? Agora sofram as consequências e saiam vivos se conseguirem. E não tentem fugir, será pior."

: Ah Meu Deus. - sussurrei -

    entrou correndo no banheiro e me olhou espantado contemplando o banheiro. Ele me fitou e me abraçou no momento em que lágrimas escorreram dos meus olhos. Ele tirou o bilhete das minhas mãos e leu, então olhou pra mim novamente e perguntou:

: O que isso quer dizer? O que aconteceu aqui? Você está bem?
: E-Eu não sei, eu só vi uma sombra, de um homem e aí ele ergueu a faca e quando eu gritei ele a cravou no espelho e sumiu.
: Você tem certeza?
: Sim, estou com medo.
: Tudo bem vamos sair daqui agora.
: Mas e o bilhete?
: Dane-se o bilhete, vamos sair daqui. Se troca.
: Ta bom.

      Peguei a primeira roupa que vi e coloquei, não tirou os olhos um segundo de mim, é como se estivesse me protegendo. Ele pegou minha mão e então saímos do quarto. E no mesmo instante nos arrependemos. As pessoas corriam desesperadas e não sabemos porquê. Uma menina passou pela gente gritando que queria ir embora pra casa dela. O que está acontecendo aqui?

      Apertei a mão de e ele me puxou pro quarto de volta fechando a porta, correu até a janela para abri-lá mais estava trancada, por dentro e por fora.

: Que droga! - gritou -
: O que vamos fazer?
: Eu não sei - suspirou -

    Ele me pegou pela mão novamente e saímos no que parecia ser um hospício com gritaria e correria, descemos as escadas e havia um corpo pendurado com uma corda bem no meio da sala de estar, a visão era terrível.

: Não olha pra isso ta?

     Assenti e ele correu até a porta tentando abri-lá, assim como outros três caras tentavam. Onde está Colin? Ah Meu Deus será que aconteceu alguma coisa com ele? Ouvi um grito estridente, e sobrenatural até. Não era o grito de uma pessoa, era diferente, me desesperei e corri até , puxei ele pra cozinha.

: O que está fazendo?
: Eu preciso de uma faca!
: Pra quê?
: Pra me prevenir, não vou morrer sem lutar.
: Morrer? Nós não vamos morrer. Ah Meu Deus isso é só um sonho. Daqui a pouco vamos acordar.
: Eu espero mesmo, mais enquanto isso não acontece vamos nos prevenir.

     Peguei uma faca e pegou outra pra ele, uma menininha muito bonitinha apareceu na nossa frente chorando e falou:

Xx: Mataram minha mamãe, mataram minha mamãe.
: Ah Meu Deus eu sinto muito, quem fez isso com ela?
Xx: O homem mal.
: Homem mal? Que homem é esse?
Xx: O homem mal, muito mal - chorava - Não me deixa sozinha.
: - ela me abraçou - Não vamos te deixar sozinha ta bom. Cadê seu papai?
Xx: Eu não sei, o homem mal pegou ele também.
: Está tudo bem, vamos cuidar de você. Qual seu nome?
Xx: Lindsey.
: Eu sou , e este é . - ele acenou pra ela -

    Puxamos Lindsey com a gente e ficamos na sala, aos poucos todos estavam reunidos na sala, a maioria eram jovens mais também tinha uns 3 idosos, dois senhores  e 1 senhora.

 Os rapazes tentavam um plano de fuga enquanto eu ficava abraçada com Lindsey em um canto mais afastado da sala. Ela me contou sobre sua vida. Lindsey tem apenas 5 anos e é uma menininha bastante esperta. 

    Estávamos todos lá, engraçado como nos conhecemos melhor em situações difíceis. Em um momento como aquele consegui quatro novos amigos. Travis, Ludmila, Trenton e Cristina. Eles parecem ser bem legais. Cristina e Trenton são irmãos, enquanto Ludmila e Travis estão em Lua de Mel assim como e eu. Tudo parecia bem, até que o grande lustre que ficava no meio da sala caiu de repente. Haviam três pessoas aonde ele caiu e agora não passam de carne moída. O sangue espirrou por todo meu corpo e minha roupa.

      me olhou preocupado, ele também estava com muito sangue, na verdade todos os sobreviventes ainda estavam, até os mortos no meio da sala óbvio. Puxei Lindsey pra que ela ficasse de pé ao meu lado. Abracei ela que chorava assustada. Era exatamente isso o que eu queria fazer mais precisava ser forte pra passar essa força pra ela.


     De repente a porta se abriu com um vento inexplicável, todos olharam pra ela assustados e esperando o pior, mas nada aconteceu, não na porta pelo menos. Mas aqui dentro com certeza. correu pro meu lado abraçando a mim e a Lindsey. E então algo aconteceu...
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Postei essa longfic no MEU TUDO 1D há um tempo atrás e agora estou postando ela aqui como interativa, originalmente eu a fiz com o Harry. Enfim, espero que gostem quem ainda não tinha lido lá. Só quero recompensar vocês por estar sem tempo pra postar Gardênia. Amo vocês